A pandemia da COVID-19 e seus reflexos nas relações de guarda compartilhada
As relações familiares sempre foram complexas em sua maioria quando o assunto é aescolha pela modalidade de guarda que será exercida ao fim da união conjugal, aindamais a partir do surgimento da pandemia do novo coronavírus que acomete todo omundo desde o ano de 2019. A guarda compartilhada como principal modalidade deguarda vem sofrendo grandes modificações devido a necessidade de isolamentosocial na busca pela contensão do vírus, bem como por vislumbrar-se a melhorpossibilidade para preservação dos interesses do menor, real detentor dos direitos darelação. É importante salientar também, que a convivência não é apenas a relaçãopaterno-filial, deve haver também uma relação com os outros parentes, como os avós,tios, primos, irmãos unilaterais que guardem vínculo afetivo com o infante, é assim quede logo se deve entender que deverá sempre prevalecer o bom senso e oentendimento de que deve ser exaltado o direito do menor infante, pois ele é o realdetentor de direitos nestas relações, e seus direitos devem ser indubitavelmentepreservados.
DATA: 2021
AUTOR: José Diogo...